Especialista explica que escurecimento é oxidação e indica materiais e cuidados para semijoias resistirem melhor ao mar e à piscina.
Levar acessórios para praia e piscina é comum, mas o contato com água, sal e cloro costuma gerar dúvidas. Após alguns mergulhos, muitas pessoas notam escurecimento e perda de brilho e, por isso, deixam as semijoias guardadas no verão.
Segundo Elisangela Machado, sócia fundadora da Mapa da Mina Acessórios, existe um mito frequente nesse cenário. A crença é que uma semijoia que escurece na água é, necessariamente, de má qualidade.
Por que a semijoia escurece
Elisangela afirma que o escurecimento é uma reação química natural, chamada oxidação. Além disso, ela explica que a reação ocorre quando o metal encontra umidade, cloro, sal, protetor solar e até o suor.
“O escurecimento é uma reação química natural, chamada oxidação, que o metal sofre principalmente quando encontra umidade, cloro, sal, protetor solar e até o suor da pele. É um processo parecido com o que acontece com uma maçã cortada.”
Portanto, a mudança de cor não indica, por si só, defeito na peça. Dessa forma, o principal é entender que o ambiente acelera a reação e exige cuidados de conservação.
Materiais e características que ajudam
Na hora de comprar, a especialista recomenda observar materiais e construção da semijoia. Em seguida, ela indica priorizar peças com banho de ouro 18k sobre base de metal antialérgico, por ser uma camada protetora mais resistente.
Peças com zircônias bem fixadas e com menos cavidades também podem ter vantagem. Assim, há menos espaço para a água acumular e causar desgaste acelerado.
Elisangela afirma que marcas com produção própria tendem a controlar melhor etapas de acabamento e durabilidade. Além disso, ela cita a Mapa da Mina Acessórios como exemplo de empresa que acompanha essas fases.
Cuidados após praia e piscina
Segundo a especialista, o pós-uso é o principal segredo para preservar brilho e acabamento. Dessa maneira, hábitos simples podem reduzir os efeitos de sal, cloro, protetor solar e suor.
Ela recomenda enxaguar as peças com água doce corrente ao sair da praia ou da piscina. Em seguida, orienta secar muito bem, inclusive com secador de cabelo, para evitar umidade.
Outra indicação são produtos específicos para semijoias folheadas, banhadas ou chapeadas. Segundo Elisangela, essas soluções removem oxidação e gordura e ainda deixam uma camada protetora, aumentando a durabilidade.
No armazenamento, a recomendação é não guardar peças úmidas e não misturar tudo na bolsa. Portanto, o ideal é manter cada item separado, em porta-joias, saquinhos individuais ou embalagens originais, longe de umidade e calor.
Orientação ao consumidor e manutenção
Algumas empresas também passaram a atuar como fonte de informação para o consumidor. A Mapa da Mina Acessórios afirma que orienta clientes sobre conservação e oferece serviços de manutenção, com remoção de oxidação e aplicação de camada protetora extra.
“Com atenção à escolha dos materiais e uma rotina básica de cuidado após o uso, não é necessário deixar os acessórios de lado nos dias de sol. As semijoias podem acompanhar praia e piscina desde que recebam a limpeza e o armazenamento corretos depois da exposição, dessa forma, preservam o brilho e o acabamento ao longo do verão.”
Sobre a Mapa da Mina Acessórios
A Mapa da Mina Acessórios foi fundada em 1995 por Elisangela Machado e Jamil Machado, em Duque de Caxias (RJ). No franchising desde 2012, a rede atua com dois modelos de negócio, loja e quiosque.
A empresa informa ter mais de 50 operações e 500 revendedores. Além disso, declara faturamento médio mensal de R$ 50.000,00, retorno de investimento entre 18 e 36 meses e capital de giro de R$ 20.000,00.



