O curador Simon Watson recebeu convidados em Nova York para a abertura de Riverlines, exposição em cartaz na David Nolan Gallery que reúne três gerações de artistas indígenas amazônicos. O evento transformou a galeria em ponto de encontro entre arte, território e memória, com destaque para a presença de artistas e colecionadores de diferentes países.
Entre os destaques da noite, Watson apresentou, pela primeira vez em uma galeria comercial, a pintura de Chico da Silva exibida décadas atrás na Bienal de Veneza. A obra marcou um momento especial da exposição, conectando histórico e contemporaneidade em um único gesto artístico.
Artistas e colecionadores
A artista indígena amazônica Kuenan Mayu também esteve
presente na abertura e foi prestigiada pelo colecionador brasileiro
José Seronni, que viajou aos Estados Unidos especialmente
para acompanhar a exposição. Durante o evento, a renomada artista americana
Deborah Kass parabenizou Kuenan pelo trabalho, enquanto a
colecionadora americana Zöe Dictrow conversou com Seronni,
em um encontro entre duas gerações de colecionadores que apoiam artistas
emergentes.
Watson também recebeu o colecionador e escritor Alvin Hall, reforçando o caráter internacional da abertura e a convergência de perfis ligados à arte, curadoria e mercado.
Serviço
- Exposição: Riverlines.
- Curadoria: Simon Watson.
- Local: David Nolan Gallery – Nova York (NY).
- Temática: três gerações de artistas indígenas amazônicos.
- Destaques: pintura de Chico da Silva (exibida na Bienal de Veneza); artista Kuenan Mayu.
- Colecionadores presentes: José Seronni (Brasil), Zöe Dictrow (EUA), Alvin Hall (EUA).
- Artista presente: Deborah Kass (EUA).
Foto: Divulgação
