A Unidos do Viradouro realizou, no sábado (11), o evento “Viradouro de Mãos Dadas”, em sua quadra, em Niterói. A iniciativa gratuita reuniu centenas de pessoas e integrou o calendário de comemorações pelos 80 anos de fundação da escola.
Promovida em parceria com o Instituto Viradouro e com apoio da Prefeitura de Niterói, a ação contou com a participação das secretarias de Saúde, Direitos Humanos, Inovação, Ciência e Tecnologia e Promoção da Igualdade Racial.
Atendimentos de saúde e prevenção
Durante o evento, foram oferecidos diversos serviços voltados à saúde e prevenção. Entre eles estavam testes rápidos para ISTs, HIV, sífilis e hepatites B e C, vacinação contra influenza, aferição de pressão arterial e glicemia, além de atendimentos de fisioterapia.
Dessa forma, a ação ampliou o acesso da população a serviços essenciais de forma gratuita.
Cidadania e acolhimento também foram foco
Na área de cidadania, o evento ofereceu marcação para emissão de carteira de identidade, assessoria jurídica e psicológica, assistência social e atividades de letramento racial e educação social.
Além disso, cursos gratuitos na área de tecnologia foram disponibilizados, ampliando as oportunidades de formação para os participantes.
Projeto reforça papel social da escola
Quando dizemos que a Viradouro é uma família, é exatamente a isso que nos referimos. É um lugar onde as pessoas são acolhidas, criam laços, encontram oportunidades e passam a fazer parte de uma história construída coletivamente.
A declaração é de Marcelo Calil, presidente de honra da escola.
Segundo ele, a ação simboliza o compromisso da Viradouro com a comunidade, especialmente no ano em que celebra oito décadas de história.
Programação segue ao longo do ano
As comemorações pelos 80 anos da Viradouro continuam nos próximos meses com outras iniciativas, como uma festa literária, uma mostra cultural e uma corrida de rua.
O projeto dos 80 anos nasceu dentro desse propósito, para que essa celebração não se limite à data de aniversário, mas se estenda ao longo de todo o ano, reafirmando que uma escola de samba é muito mais do que competição: é um instrumento de transformação social, arte, cultura e cidadania.
A avaliação é de Alex Fab, vice-presidente e diretor de Carnaval.
Foto: Divulgação



