Durante décadas, os grandes eventos esportivos foram vistos apenas como palco de competição. No entanto, esse cenário vem mudando — e rapidamente. Hoje, torneios como a Copa do Mundo também se consolidam como alguns dos mais relevantes ambientes de relacionamento global, reunindo líderes empresariais, investidores, atletas e artistas em um mesmo espaço.
É dentro dessa transformação que o empresário, investidor e filantropo brasileiro Diego Fernandes tem estruturado sua atuação internacional. Ao longo da Copa do Mundo de 2026, ele promoveu uma agenda paralela de encontros durante os jogos da Seleção Brasileira, utilizando o ambiente da competição como ponto de conexão entre diferentes setores.
Encontros que vão além do futebol
Um dos exemplos aconteceu na partida entre Brasil e Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami. Na ocasião, Fernandes reuniu CEOs, CFOs, investidores internacionais, representantes ligados ao Ministério do Esporte da Arábia Saudita e ao Ministério de Investimentos saudita, além de executivos do mercado financeiro, atletas e personalidades do entretenimento.
Entre os convidados estavam nomes como Matthew
Broderick, conhecido por “Curtindo a Vida Adoidado”,
Gerard Butler, o fotógrafo David Yarrow e
Gary Payton, membro do Hall da Fama da NBA. Assim, o
evento reforça o potencial da Copa como ponto de encontro entre diferentes
universos.
O encontro com a FIFA
Ao final da partida, Fernandes se encontrou com o presidente da FIFA, Gianni Infantino. A conversa, acompanhada por Matthew Broderick e pelos filhos de ambos, girou em torno da experiência de viver uma Copa do Mundo em família e da capacidade do esporte de conectar culturas.
A Copa do Mundo talvez seja o único evento do planeta capaz de reunir, ao mesmo tempo, famílias, governos, investidores, atletas, artistas e empresários em torno da mesma emoção.
Fernandes também destacou a organização do torneio, ressaltando a coordenação entre FIFA, autoridades públicas e instituições envolvidas. Em Miami, segundo ele, a experiência foi marcada por hospitalidade, organização e sensação de segurança.
Relacionamento como legado
Para o empresário, o principal legado da Copa do Mundo não está apenas dentro de campo. “Quando termina um jogo, o placar fica para a história. Mas o maior legado da Copa são as conexões humanas que ela cria”, afirmou.
Segundo Fernandes, esses encontros permitem que pessoas de diferentes origens compartilhem experiências e construam relações de confiança. Portanto, o valor gerado vai além do evento em si, permanecendo em forma de parcerias e projetos futuros.
Uma estratégia em expansão
A atuação durante a Copa faz parte de uma estratégia mais ampla. Dias antes, em Nova York, durante o jogo entre Brasil e Marrocos, Fernandes já havia promovido encontros que reuniram nomes como Ronaldinho Gaúcho, Nicki Minaj, Wyc Grousbeck e Emilia Fazzalari, além de investidores e executivos.
Nos últimos meses, ele também esteve envolvido na negociação que levou Carlo Ancelotti ao comando da Seleção Brasileira, ampliando sua atuação na interseção entre esporte, mercado financeiro e relacionamento institucional.
O futuro dos grandes eventos
Para Fernandes, a convergência entre esporte, negócios e cultura deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. Isso porque, segundo ele, grandes eventos oferecem algo raro: tempo de qualidade para conexões genuínas.
“Os maiores negócios do mundo continuam sendo construídos entre pessoas. E pessoas criam confiança quando convivem”, afirmou. Dessa forma, eventos como Copa do Mundo e Fórmula 1 deixam de ser apenas espetáculos e passam a funcionar como plataformas estratégicas de relacionamento global.
Ao apostar nesse modelo, Diego Fernandes busca transformar esses ambientes em espaços permanentes de diálogo e geração de oportunidades. “O esporte aproxima pessoas. E quando pessoas se aproximam, ideias circulam, a confiança aumenta e oportunidades passam a existir”, concluiu.
Foto: Divulgação
