Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    terça-feira, 28 de julho 2026
    Alex Ferraz
    Facebook X (Twitter) Instagram LinkedIn Threads
    • Beleza
    • Carnaval
    • Cultura
    • Colunas
      • Resenha de Negócios
      • Danilo Rasquinho
    • Gastronomia
    • Moda
    • Social
    • Turismo
    • + MAIS
      • Economia
      • Esportes
      • Famosos
      • Internacional
      • Música
      • Negócios
      • Política
      • Saúde
      • Tecnologia
      • TV
      • Mídia Kit
      • Sobre o Alex Ferraz
      • Sobre o Portal Alex Ferraz
    Alex Ferraz
    Home»Cultura»A Caixa de Sons Ancestrais transforma sonho, memória e cultura periférica em teatro musical contemporâneo

    A Caixa de Sons Ancestrais transforma sonho, memória e cultura periférica em teatro musical contemporâneo

    28/05/2026Nenhum comentário Cultura
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Threads
    Seguir
    Facebook X (Twitter) Instagram Threads
    Foto: Divulgação

    Espetáculo idealizado por Esther Dagápito reúne trap, maracatu e teatro musical em uma experiência sensível sobre ancestralidade, passagem e memória coletiva

    Entre batidas de trap, tambores de maracatu e cenas carregadas de afeto, A Caixa de Sons Ancestrais surge como uma experiência cênico-musical que atravessa gerações e mistura referências da cultura popular brasileira com sonoridades urbanas contemporâneas. Idealizado por Esther Dagápito, o espetáculo transforma memória, ancestralidade e pertencimento em linguagem artística, reunindo diferentes artistas e colaboradores em uma construção coletiva.

    A obra começou a tomar forma durante o processo de adoecimento da avó de Esther, a partir de sonhos recorrentes que atravessaram profundamente sua vivência emocional e criativa. O que inicialmente parecia uma experiência íntima acabou se transformando no ponto de partida para uma investigação artística sobre memória, continuidade e herança afetiva. Ao longo do desenvolvimento do espetáculo, a relação entre música, lembrança e ancestralidade passou a ocupar o centro da criação.

    “Comecei a escrever A Caixa de Sons Ancestrais durante o processo de adoecimento da minha avó, depois de ter um sonho muito sereno onde sentia que a passagem dela estava se aproximando. De certa forma, criar essa obra me ajudou a elaborar esse momento antes mesmo dele acontecer”, afirma Esther Dagápito.

    Foto: Divulgação

    A artista conta que os sonhos continuaram atravessando o processo criativo e acabaram influenciando diretamente a construção dramatúrgica e musical do espetáculo.

    “Em vários períodos ela voltava a me visitar em outros sonhos, e isso atravessou completamente a construção do espetáculo. A primeira versão nasceu como uma contação de história leve e amorosa, pensada para falar sobre passagem de forma sensível e esperançosa, especialmente para crianças, usando a música como ferramenta de conexão com quem amamos.”

    Com o falecimento da avó acontecendo em paralelo ao desenvolvimento da obra, o processo ganhou ainda mais intensidade emocional e passou por uma expansão estética até chegar ao formato atual de teatro musical.

    “Depois que minha vó partiu, eu estava justamente finalizando algumas das músicas da obra, então todo o processo acabou acontecendo com as emoções muito à flor da pele e com um tempo curto de construção. Agora estamos desenvolvendo a versão em teatro musical, que cresceu em escala e linguagem, mas continua preservando a intenção inicial: transformar memória, afeto e ancestralidade em encontro coletivo.”

    Distante dos formatos tradicionais do teatro musical, a obra reúne produtores de trap, musicistas ligados ao maracatu e artistas da cena teatral em uma proposta que dialoga diretamente com vivências periféricas contemporâneas. A montagem cria pontes entre diferentes expressões culturais, conectando elementos afro-brasileiros, performance, musicalidade urbana e experiências territoriais em uma estética própria.

    Foto: Divulgação

    A artista Mary Morado, que anteriormente integrava o elenco como atriz e cantora, passa agora a atuar também como compositora, diretora de cena e assistente de roteiro e dramaturgia da montagem. Para ela, o espetáculo representa um encontro potente entre diferentes linguagens artísticas.

    “Com anos de experiência no teatro musical e uma trajetória construída também na música urbana, como cantora e dançarina, vejo a Caixa dos Sons Ancestrais como uma oportunidade de unir diferentes vivências artísticas em um único espetáculo. Poder contribuir com a composição, movimento e interpretação dentro de uma narrativa que aborda memória, afeto e ancestralidade é uma forma de expandir minha pesquisa como artista, além de trabalhar em algo que acredito muito”, afirma Mary Morado.

    Mais do que um espetáculo, A Caixa de Sons Ancestrais propõe uma experiência sensível e acessível, pensada para envolver crianças, jovens e adultos em torno de temas como passagem, memória coletiva e herança cultural. Em cena, os sons funcionam como arquivos afetivos capazes de atravessar o tempo e ressignificar as relações entre passado e presente.

    Com uma abordagem intergeracional, o projeto destaca a potência criativa das periferias ao colocar no centro artistas e narrativas que reinventam o fazer teatral a partir de suas próprias referências culturais. O resultado é uma obra que une tradição e contemporaneidade sem perder a dimensão íntima e humana de sua origem.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    Veja também...

    Djavan ganha biografia nos seus 50 anos de carreira 

    26/07/2026

    Depois de escrever mais de 90 livros para outras pessoas, Mário Frazão transforma a própria experiência em obra sobre términos amorosos

    23/07/2026

    ONG indígena lança a primeira formação de modelos indígenas do Rio de Janeiro

    14/07/2026
    Últimas Notícias

    Agilità lança coleção Atlântica para o Verão 27

    28/07/2026

    Clube Central celebra 106 anos com Baile de Gala

    28/07/2026

    HealthTech Summit Rio chega à 6ª edição em setembro

    28/07/2026

    TRUSS anuncia diretor criativo com passagem pela Chanel

    28/07/2026

    Léo da Bodega abre show do Medulla no Rio

    28/07/2026

    Painéis digitais reinventam a comunicação urbana

    28/07/2026
    Alex Ferraz
    Facebook X (Twitter) Instagram LinkedIn Threads
    © 2026 Alex Ferraz.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Bloqueador de anúncios ativado!
    Bloqueador de anúncios ativado!
    Nosso site é possível através da exibição de anúncios on-line aos nossos visitantes. Por favor, ajude-nos desativando seu bloqueador de anúncios.