Novo projeto de Monica Casagrande reúne canções de compositoras brasileiras e internacionais em experiência que une voz, corpo e imagem.
Projeto marca nova fase artística
A cantora Monica Casagrande apresenta o álbum audiovisual Corpo Coral. O trabalho reúne interpretações de músicas escritas e consagradas por mulheres brasileiras e internacionais em um percurso simbólico e sensorial.
Concebido como obra central em sua trajetória, o disco coloca a voz no centro do processo criativo. Além disso, trata a interpretação como gesto e o corpo como parte essencial da narrativa.
Vozes femininas em transformação
O título Corpo Coral sintetiza a ideia do corpo atravessado por múltiplas vozes femininas. Cada faixa representa um ciclo de transformação, em que desejo, resistência, entrega e renascimento surgem como estados de passagem.
As gravações priorizaram voz, respiração e silêncio. Dessa maneira, os arranjos funcionam como base para a interpretação, sem disputar protagonismo com a presença vocal.
Repertório reúne clássicos femininos
O disco percorre diferentes momentos emocionais com faixas como Don’t Let Me Be Misunderstood, Fullgás, Agora Só Falta Você, You Don’t Own Me, At Last e Baby.
As releituras não seguem um tom nostálgico. Em seguida, as canções ganham novo contexto corporal e vocal, reforçando a proposta de reinvenção do projeto.
Som e imagem caminham juntos
Corpo Coral nasceu como projeto audiovisual. O lançamento inclui videoclipes, bastidores e conteúdos narrativos. Já foram divulgados os vídeos de Fullgás, Amor, Meu Grande Amor e Baby.
Os clipes têm direção criativa de Di Tateishi e Nora Jasmin. Por fim, os vídeos ampliam o conceito do álbum com atmosferas, arquétipos e estados corporais.
Colaborações e trajetória
O álbum conta com participações de Lan Lahn e Navalha Carrera. A escolha reforça a presença feminina no projeto e amplia o caráter coletivo da obra.
Após quatro trabalhos autorais, Monica desloca o foco para a interpretação. Portanto, o disco inaugura uma nova fase sem se apresentar como projeto paralelo.
Foto: Stephanie Veronezzi
