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    Home»Notícias»Música»Filarmônica de Minas Gerais recebe a pianista Sonia Rubinsky nos dias 9 e 10 de abril, às 20h30, na Sala Minas Gerais. Ingressos à venda.

    Filarmônica de Minas Gerais recebe a pianista Sonia Rubinsky nos dias 9 e 10 de abril, às 20h30, na Sala Minas Gerais. Ingressos à venda.

    08/04/2026Nenhum comentário Música
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    Sonia Rubinsky © Lyodoh Kaneko

    FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS RECEBE A PIANISTA

    SONIA RUBINSKY

    A pianista Sonia Rubinsky vem dedicando toda uma vida à obra de Villa–Lobos. Frequente solista da Filarmônica de Minas Gerais, nos dias 9 e 10 de abril, às 20h30, na Sala Minas Gerais, ela apresenta, desta vez, o Concerto para piano nº 4 de nosso maior compositor. O Regente Associado da Filarmônica, José Soares, explorará duas sinfonias de Mozart, além de trazer, pela primeira vez, uma abertura pouco executada de Villa-Lobos. Os ingressos estarão à venda no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala Minas Gerais, a partir de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

    Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura, pelo Governo de Minas Gerais e pela Petrobras por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mantenedor: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais. Apoio: Circuito Liberdade e Programa Amigos da Filarmônica. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Governo de Minas Gerais, Funarte 50 anos, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.

    Maestro José Soares, Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais

    Natural de São Paulo, José Soares é Regente Associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2022, tendo sido seu Regente Assistente nas duas temporadas anteriores. Venceu o 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio (2021), recebendo também o prêmio do público. Em 2026, estreia como convidado da Orquestra Sinfônica de Campinas, e rege concertos com as sinfônicas Brasileira e de Porto Alegre, e com a Camerata Antiqua de Curitiba. Nas temporadas de 2023 a 2025, regeu a New Japan Philharmonic, a Sinfônica de Hiroshima, a Filarmônica de Nagoya e a Filarmônica da Cidade de Tóquio, no Japão, bem como a OSESP, as sinfônicas do Paraná e da Universidade Estadual de Londrina, a Orquestra de Câmara de Curitiba, as sinfônicas Jovem de São Paulo e do Rio de Janeiro e a Academia Jovem Concertante, no Brasil. Em 2022, regeu a Sinfônica NHK, em Tóquio, e a Sinfônica MÁV, em Budapeste. Soaresé responsável pela gestão da plataforma educacional da Filarmônica de Minas Gerais,atuando no planejamento e na coordenação da Academia Filarmônica, de Concertos Didáticos e Ações Educativas da orquestra.

    Bacharel em Composição pela Universidade de São Paulo, iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou com o maestro Claudio Cruz e teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin. Foi orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. Pelo Prêmio de Regência recebido no festival, atuou como Regente Assistente da Osesp na temporada 2018. Soares foi aluno do Laboratório de Regência da Filarmônica e convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019.

    José Soares foi indicado duas vezes à Premiação da Revista Concerto, sendo eleito pelo júri como Jovem Talento em 2021, e integrou a lista Forbes Under 30 na edição de 2024.

    Sonia Rubinsky, piano

    Brasileira de ascendência polonesa e lituana, iniciou seus estudos no Conservatório de Campinas, com Olga Normanha. Aos cinco anos fez seu primeiro recital e, aos 12, solou com orquestra. Aos 16, apresentou-se em um documentário para o lendário pianista Arthur Rubinstein, que incentivou sua carreira. Concluiu seu doutorado na Juilliard School, em Nova York, dando início à sua trajetória internacional, com apresentações em salas como Carnegie Hall, Alice Tully Hall e Maison de la Radio. Detentora do Latin Grammy e citada no Editor’s Choice da revista Gramophone, consagrou-se no universo discográfico com repertório que se estende de Bach e Mozart a Debussy, Rachmaninov e Messiaen. Sua integral das obras para piano solo de Villa-Lobos é referência consolidada. Grava atualmente os cinco concertos de Villa-Lobos para a Naxos com a Osesp. Já se apresentou em inúmeras ocasiões com a Filarmônica de Minas Gerais. Em 2020, o álbum com gravações inéditas de obras de Almeida Prado para piano e orquestra gravado pela pianista junto à Filarmônica pelo selo Naxos foi indicado ao Grammy Latino de melhor álbum clássico do ano.

    Repertório

    Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, Brasil, 1887- 1959) e a obra Izaht:  Prelúdio Sinfônico (1912-1918)

    Izaht Chaves Guimarães, sobrinha e afilhada de Heitor Villa-Lobos, empresta seu nome à primeira ópera do compositor. Escrita em 1912 e orquestrada em 1914, Izaht baseia-se no libreto de Fernando Azevedo Júnior e Epaminondas Villalba Filho, pseudônimo de Villa-Lobos. Em quatro atos, combina dois projetos operísticos anteriores: “Elisa” e “Aglaia”. A primeira, em um ato, foi incorporada à segunda, em dois atos, antes que o material se tornasse a versão final. Essa Carmen villa-lobiana relata a tragédia da heroína do título, dançarina de origem cigana que vivia nos arrabaldes da Paris do século XIX cercada por “bandidos e facínoras”, que a usavam em seus golpescontra ricos aristocratas. O enredo traz uma malfadada conspiração contra o Visconde Gamart, por quem Izaht se apaixona, mas que por ela não se deixa seduzir, por amar Eniht. O “Prelúdio Sinfônico” foi estreado em 15 de agosto de 1918, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Como de praxe em aberturas, ele oferece um trailer sonoro do drama,reunindo temas que já deixam entreouvir o compositor maduro que se consagraria nas décadas seguintes.

    Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, Brasil, 1887- 1959) e a obra Concerto para piano e orquestra nº 4 (1952)

    Os 5 Concertos para piano e orquestra de Villa-Lobos pertencem à última fase do compositor. Cada um deles é dedicado a um importante pianista: Ellen Ballon, João de Souza Lima, Arnaldo Estrella, Bernardo Segall e Felicja Blumental. De forma eclética e caprichosa, exploram todo o repertório de sonoridades e gestos musicais do compositor, além de fórmulas da tradição europeia de concerto. Resistem assim a rótulos, diversamente dos Choros, que encarnariam a revolucionária poética “selvagem” do autor, ou das Bachianas Brasileiras, que seriam a síntese de sua brasilidade e da tradição europeia simbolizada por Bach. O Concerto nº 4 foi escrito em 1952 e estreado nos Estados Unidos por seu dedicatário junto à Orquestra Sinfônica de Pittsburgh, sob a regência do compositor, em 9 de janeiro de 1953. Para Eero Tarasti, grande especialista em Villa-Lobos, a obra ilustra o “triunfo da melodia sobre os demais parâmetros” sem a perda do “luxuriante colorido orquestral”. Também fascinam o livre fluxo de ideias do “Scherzo”, com uma cadência monumental, e a repetição encantatória, no movimento final, do tema de Ibericarabe, peça para piano que Villa-Lobos compôs em 1914.

    Wolfgang Amadeus Mozart (Salzburgo, Áustria, 1756 – Viena, Áustria, 1791) e a obra Sinfonia nº 32 em Sol maior, K. 318 (1779)

    O gênero sinfonia tem uma de suas origens nas aberturas de óperas italianas do século XVII. Com o avançar do tempo, as aberturas — também chamadas sinfonias — se cristalizaram e popularizaram num formato tripartite contrastante: uma parte rápida, uma lenta e uma rápida. Essas seções palmo a palmo se desmembraram em movimentos relativamente autônomos, dando origem a algo mais próximo do que hoje associamos ao termo “sinfonia”. Embora composta em 1799, nos últimos anos de Mozart como mestre de concerto em Salzburgo, a Sinfonia nº 32 é brilhante exemplo da evolução do gênero. Sem seguir a rigor o padrão da abertura italiana, soa como um preâmbulo para algo. Por isso se especula que Mozart a tivesse composto para alguma produção teatral. De fato, foi usada, anos mais tarde, como abertura da ópera La Villanella Rapita (A Camponesa Raptada), de Francesco Bianchi, para a qual Mozart compôs também duas árias. O primeiro movimento se encerra em suspenso. O “Andante” conduz a uma “coda” que retoma tanto o tempo quanto as ideias musicais do início, cujo humor e cujos contrastes evocam a ópera bufa.

    Wolfgang Amadeus Mozart (Salzburgo, Áustria, 1756 – Viena, Áustria, 1791) e a obra Sinfonia nº 40 em sol menor, K. 550 (1788)

    A depressão econômica que assolou Viena em 1788, graças à Guerra Austro-Turca, comprometeu o estilo de vida de Mozart, que ali vivia. Em busca de renda, ele compõe, no verão daquele ano, suas três últimas sinfonias, a serem apresentadas em turnês e concertos por assinatura. A penúltima, a Sinfonia nº 40, tornou-se sua mais popular obra do gênero e a primeira de suas sinfonias a ser gravada, em 1915, pela Victor Concert Orchestra, sob a batuta de Walter B. Rogers. Conta com duas versões alternativas: a versão original, sem clarinetes, e a revisada, que inclui clarinetes e altera as partes dos sopros. Exemplo perfeito de estilo clássico, foi, entretanto, chamada de “romântica” por críticos do início do século XIX, dada sua intensidade e abundância de ideias, seu colorido orquestral e suas liberdades formais. O início pioneiro, não com a clássica entrada em conjunto da orquestra, mas com um acompanhamento em piano à espera de um tema, serviu de modelo para Beethoven, Schubert, Mendelssohn e Bruckner. Schumann a descreve em termos de “graça e leveza gregas”, enquanto outros críticos a associam às impetuosas e contrastantes emoções preconizadas pelo movimento literário pré-romântico alemão Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto).

    Filarmônica de Minas Gerais

    Série Allegro

    9 de abril – 20h30

    Sala Minas Gerais

    Série Vivace

    10 de abril – 20h30

    Sala Minas Gerais

    José Soares, regente

    Sonia Rubinsky, piano

    VILLA-LOBOS       Izaht:  Prelúdio Sinfônico

    VILLA-LOBOS       Concerto para piano e orquestra nº 4

    MOZART               Sinfonia nº 32 em Sol maior, K. 318

    MOZART               Sinfonia nº 40 em sol menor, K. 550

    INGRESSOS:

    R$ 50 (Mezanino), R$ 58 (Coro), R$ 58 (Terraço), R$ 84 (Balcão Palco), R$ 105 (Balcão Lateral), R$ 143 (Plateia Central), R$ 185 (Balcão Principal) e R$ 207 (Camarote).

    Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

    Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

    Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

    Bilheteria da Sala Minas Gerais

    Horário de funcionamento

    Dias sem concerto:

    3ª a 6ª — 12h a 20h

    Sábado — 12h a 18h 

    Em dias de concerto, o horário da bilheteria é diferente:

    — 12h a 22h — quando o concerto é durante a semana 

    — 12h a 20h — quando o concerto é no sábado 

    — 09h a 13h — quando o concerto é no domingo

    São aceitos:

    • Cartões das bandeiras Elo, Mastercard e Visa
    • Pix

    ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS

    A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação.

    Conduzida pelo seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti, a Orquestra é composta por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas.

    O grupo recebeu numerosos prêmios e menções, sendo o mais recente o Prêmio Concerto 2024 na categoria CD/DVD/Livros, com o álbum com obras de Lorenzo Fernandez. A Orquestra já havia recebido Prêmio Concerto 2023 na categoria Música Orquestral, por duas apresentações realizadas no Festival de Inverno de Campos do Jordão, SP, o Grande Prêmio da Revista CONCERTO em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano.

    Suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticos, a Orquestra também traz à cidade uma sólida programação gratuita – são os Concertos para a Juventude, Filarmônica na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência. Para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto.

     A Orquestra possui 20 álbuns gravados, entre eles sete integram o projeto Brasil em Concerto, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty. O álbum Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, foi indicado ao Grammy Latino 2020.

    Ainda em 2020, a Filarmônica inaugurou seu próprio estúdio de TV para a realização de transmissões ao vivo de seus concertos, totalizando hoje mais de 100 concertos transmitidos em seu canal no YouTube, onde se podem encontrar diversos outros conteúdos sobre a orquestra e a música de concerto.

    A Filarmônica realiza também diversas apresentações por cidades do interior mineiro e capitais do Brasil, tendo se apresentado também na Argentina e Uruguai. Em celebração ao bicentenário da Independência do Brasil, em 2022, realizou uma turnê a Portugal, apresentando-se nas principais salas de concertos do país nas cidades do Porto, Lisboa e Coimbra, além de um concerto a céu aberto, no Jardim da Torre de Belém, como parte da programação do Festival Lisboa na Rua, promovido pela Prefeitura de Lisboa.

    A sede da Filarmônica, a Sala Minas Gerais, foi inaugurada em 2015, sendo uma referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico. Considerada uma das principais salas de concertos da América Latina, recebe anualmente um público médio de 100 mil pessoas.

    A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Filarmônica vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.

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