O jornalista Ulisses Campbell se une ao 1º True Crime Club do Brasil, projeto imersivo que já reúne mais de mil fãs.
Fenômeno do true crime no Brasil
O interesse por histórias de crimes reais cresce rapidamente no país. Nesse cenário, o premiado jornalista e roteirista Ulisses Campbell, autor da coluna “True Crime” em um dos maiores jornais do Brasil, ganha destaque ao se unir à iniciativa pioneira.
Seus livros investigativos tornaram-se best-sellers e foram adaptados para o audiovisual, como a série “Tremembé” (Prime Video), baseada na obra *Tremembé – O Presídio dos Famosos* (Matrix Editora). A produção chegou ao 1º lugar no ranking da plataforma e ampliou o público do autor.
“Cada vez mais pessoas têm se interessado por esse tipo de conteúdo. Crimes reais acabam despertando a curiosidade do público no Brasil e no mundo”, afirma Ulisses.
Experiência interativa e exclusiva
Com o crescimento do gênero, a Happy Store criou o 1º True Crime Club do Brasil, reunindo Ulisses, Beto Ribeiro e a perita criminal Rosangela Monteiro. O portal oferece aos assinantes uma experiência inédita e imersiva de investigação.
Os membros recebem mensalmente uma caixa temática exclusiva com itens variados, como colecionáveis, papelaria premium, decoração, utilidades, vestuário e até livros do próprio Ulisses. Cada edição propõe um novo mistério.
Além disso, a cada mês os assinantes recebem pistas de um crime fictício, que poderão desvendar coletivamente em um evento especial no fim de 2026. Dessa forma, o público passa de espectador a participante ativo das investigações.
“O True Crime Club traz ação, mistério e investigação de forma interativa. Coloca o público como protagonista da experiência”, diz o jornalista.
Fãs se tornam detetives
Agora, os fãs do gênero têm a oportunidade de vivenciar o universo do true crime de maneira prática e envolvente. Em poucas semanas, o clube já ultrapassou mil associados, confirmando o sucesso da proposta.
A iniciativa da Happy Store transforma o fascínio pelos crimes reais em uma experiência interativa. Assim, os participantes deixam de apenas consumir histórias e passam a fazer parte delas.

