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Danni Suzuki lança livro sobre revolução humana

A velocidade das transformações tecnológicas impõe novos desafios à vida cotidiana. Inteligência artificial, redes sociais, algoritmos e dispositivos digitais modificam hábitos, relações e formas de trabalho. Em “Humanos do Futuro: Por Que a Revolução Tecnológica Exige uma Revolução Humana”, Danni Suzuki analisa como acompanhar essas mudanças sem perder de vista as capacidades que orientam a experiência humana.

O livro será lançado no dia 21 de agosto, às 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. A autora amplia sua reflexão sobre desenvolvimento humano para competências que ganham relevância nesse contexto, como concentração, pensamento crítico, originalidade, empatia, capacidade de adaptação e inteligência emocional.

Cinco Chaves da Expansão

Ao longo da obra, apresenta as Cinco Chaves da Expansão, estruturadas a partir dos conceitos de identidade, reconexão, sintonia, entrelaçamento e servir, como uma abordagem prática para investigar e fortalecer fundamentos humanos como consciência, bom senso, autonomia, presença, responsabilidade e propósito. A inteligência artificial surge como uma ferramenta capaz de ampliar capacidades humanas.

Quanto maior seu alcance, maior a necessidade de desenvolver critérios para orientar seu uso. A proposta do livro é refletir sobre como evoluir humanamente na mesma velocidade em que a tecnologia transforma a sociedade. “Quanto mais inteligentes se tornam as máquinas, mais humanos precisamos nos tornar. O futuro não será decidido apenas pela tecnologia que criamos, mas pela consciência, pela ética e pela humanidade com que escolhemos usá-la”, comenta Danni Suzuki.

“O futuro não será decidido apenas pela tecnologia que criamos, mas pela consciência, pela ética e pela humanidade com que escolhemos usá-la”, afirma Danni Suzuki.

Apresentação e prefácio

“Humanos do Futuro” conta com apresentação de Paulo Vieira e prefácio de Geraldo Rufino. Além disso, a obra reúne também menções de Amit Goswami, físico indiano e autor; Quantum Academy, escola de transformação pessoal; Sheik Jihad, especialista em teologia islâmica, historiador e cientista social; Leandro Moreira, autor e fundador da Zion Escola de Entretenimento; Sérgio Marques, subgestor nacional da Aldeias Infantis SOS; e Bruna Kadletz, diretora-executiva da Círculos de Hospitalidade.

Atenção na era digital

Notificações, algoritmos, redes sociais e o fluxo contínuo de informações influenciam a forma como as pessoas se relacionam, consomem conteúdo e direcionam sua atenção. Danni examina esses impactos a partir de referências de neurociência, comportamento e espiritualidade, articuladas a experiências pessoais e observações do cotidiano.

A autora também aborda os desafios trazidos pela inteligência artificial em um cenário no qual máquinas já produzem textos, imagens, músicas e análises em segundos. Nesse ambiente, competências como discernimento, criatividade e capacidade de construir relações significativas tornam-se cada vez mais valiosas.

Trajetória multifacetada

Atriz, apresentadora, diretora, roteirista e palestrante, Danni atua há mais de três décadas no audiovisual e na comunicação. É formada em Desenho Industrial pela PUC-Rio e pós-graduada em Neurociência pela PUC-RS. Sua trajetória inclui projetos ligados a comportamento, comunicação, influência digital e educação.

Danni também é Diretor Social do Instituto Cultural Brasil-Japão (ICBJ), e apoiadora de Alto Perfil do ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, no Brasil, participando de iniciativas de conscientização sobre direitos humanos e proteção de pessoas refugiadas. Em “Humanos do Futuro”, essa vivência se une à sua formação acadêmica para discutir os impactos da revolução tecnológica.

Atuação no audiovisual

Ao mesmo tempo em que lança seu primeiro livro, Danni Suzuki segue em atividade no audiovisual. Atualmente roda “Delegacia de Homicídios”, série do Disney+; e está à frente do “Elevator Pitch Brasil”, novo reality da Record News que aposta no empreendedorismo de impacto.

Em mais de três décadas de carreira, consolidou uma trajetória marcada por trabalhos na televisão, no cinema e na direção e, em 2024, tornou-se a primeira atriz brasileira com ascendência asiática a protagonizar um longa-metragem, com “Segredos”, marco de representatividade no cinema nacional.

Serviço

Foto: Nanda Araujo

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