Impossible Flora une arte, ciência e joalheria ao transformar espécies fictícias em peças exclusivas.
A SAUER apresenta a coleção Impossible Flora durante a SP-Arte. O lançamento ocorre sob direção criativa de Stephanie Wenk. Além disso, a proposta transforma a botânica em expressão artística.
Após a estreia, a coleção segue para a Independent Art Fair, em Nova York, no dia 14 de maio. Em seguida, chega às lojas no Brasil e nos Estados Unidos ainda em abril.
Natureza reinventada pela imaginação
A coleção parte de um jardim imaginário. As peças representam formas inexistentes na natureza. Assim, o projeto amplia o olhar sobre a botânica tradicional.
A narrativa dialoga com a obra “Parallel Botany”, de Leo Lionni. Dessa maneira, cria uma taxonomia fantástica que rompe classificações convencionais.
“Impossible Flora existe no espaço entre aquilo que é e o que poderia ser”, afirma Stephanie Wenk.
Materiais e técnicas inovadoras
A coleção explora novas combinações de materiais. Águas-marinhas esculpidas criam efeitos translúcidos. Além disso, vidros de Murano adicionam leveza e luminosidade.
Madeiras entalhadas trazem textura orgânica. Pela primeira vez, a marca utiliza porcelana pintada à mão. O conjunto inclui gemas como esmeraldas, rubis, safiras e diamantes.
Arte, ciência e tradição
O processo criativo aproxima o ateliê de um laboratório. As formas são estudadas e preservadas como raridades. Dessa forma, a coleção une investigação e estética.
O projeto também dialoga com herbários medievais e referências como Karl Blossfeldt e Ernst Haeckel. Por fim, a abordagem traduz tradição sob olhar contemporâneo.
Sobre a SAUER
Fundada em 1941 no Rio de Janeiro, a SAUER destaca-se na alta joalheria. A marca combina técnica, intuição e imaginação em suas criações. Assim, reforça sua identidade no mercado.
Foto: Divulgação
