Segundo dia do Lollapalooza Brasil 2026 reuniu fãs de todo o país no Autódromo de Interlagos, com shows de pop, rock, eletrônico, hip hop e k-pop que reforçaram a diversidade do line-up.
Público nacional e internacional
52% da plateia veio de fora de São Paulo. Fãs cruzaram o país e fronteiras para ver o line-up diverso. Assim, o evento consolidou sua força como vitrine global de tendências.
Chappell Roan estreou no Brasil com cenário grandioso. A headliner comandou 85 mil pessoas no Palco Budweiser. Hits como “Pink Pony Club” e “HOT TO GO!” animaram o público.
Fãs como Danielle Silva Pereira e Ana Carolina Souza chegaram cedo. Elas se inspiraram na música para os looks. Além disso, o rosa e chapéus cowboy marcaram o sábado.
Destaques nos palcos principais
Jadsa abriu o Palco Budweiser com show premiado pela APCA. Ela misturou rock e MPB. Em seguida, Agnes Nunes emocionou com participações de Tiago Iorc e Sandra de Sá.
Marina priorizou o novo álbum em estética teatral. Casal de Belém viajou três mil quilômetros para vê-la. Por outro lado, Lewis Capaldi reuniu fãs com sucessos como “Someone You Loved”.
“Na letra, ela descreve como um lugar onde as pessoas conseguem ser elas mesmas. Me identifiquei muito com a artista.”
Perry Farrell subiu com Cacique Raoni. O líder Kayapó discursou pela floresta. Dessa forma, o festival uniu música e ativismo.
Variedade nos outros palcos
No Palco Samsung Galaxy, Foto em Grupo apresentou faixas novas. Cypress Hill protagonizou o hip hop com “Jump Around”. Skrillex fechou com eletrônica intensa e efeitos visuais.
RIIZE atraiu fãs do México no Palco Flying Fish. O grupo k-pop esbanjou coreografias e simpatia. Enquanto isso, The Warning e TV Girl conquistaram o público jovem.
O Palco Perry’s by Fiat destacou N.I.N.A e Hamdi. MU450 trouxe performance tecnológica. Por fim, Brutalismus 3000 manteve a energia alta.
História e impacto do festival
Fundado por Perry Farrell em 1991, o Lollapalooza inova há mais de 30 anos. Ele reúne gêneros variados e expande globalmente. No Brasil, reforça encontros entre gerações e estilos.
Visitantes como Alexandre Morato elogiaram o line-up forte. Letícia Caseca aproveitou shows além do esperado. Portanto, o evento se confirma como referência cultural.
