Alex Ferraz

Jogo responsável vira estratégia nas apostas

Com regulação da Lei 14.790/2023, empresas de apostas ampliam limites de autoexclusão e educação financeira para conter riscos e garantir sustentabilidade do setor.

Mercado sob nova regulação   A Secretaria de Prêmios e Apostas autorizou 158 empresas até 2029. Estimativa aponta R$ 6 bilhões em tributos para 2025. Assim, o setor movimentou R$ 150 bilhões em 2023.

A formalização traz transparência. No entanto, impõe prevenção de riscos compulsivos. Por outro lado, crescimento exige mecanismos eficazes.

Ricardo Santos, da Fulltrader Sports, defende políticas sólidas. “Regulamentação estrutura, mas não elimina comportamentos de risco.”

Cinco medidas essenciais   Limites personalizados de depósito controlam impulsos. Ferramentas de autoexclusão suspendem acesso em perdas acumuladas.

Educação financeira explica probabilidade e gestão. Monitoramento detecta padrões repetitivos. Em seguida, publicidade clara evita promessas falsas.

Para Ricardo, prevenção reduz conflitos regulatórios. Dessa forma, fortalece investidores e continuidade.

Redução de danos regulados   Lei exige identificação e combate à lavagem. Lista pública diferencia legais de irregulares. Enquanto isso, educação do consumidor consolida o avanço.

Setor une arrecadação e responsabilidade. Crescimento sem controle eleva riscos sociais. Por fim, equilíbrio define expansão futura.

Sobre Ricardo Santos   Cientista de dados e trader há 12 anos. Fundou Fulltrader Sports, líder em softwares SaaS para trade esportivo.

Jogo responsável vira estratégia nas apostas
Foto: Divulgação
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