Aos 15 anos, aluna da Escola Maria Olenewa é a única bailarina da América Latina finalista do prestigiado concurso internacional.
Jovem talento carioca conquista destaque mundial
A carioca Pietra Rêgo, aluna da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO), é a única representante da América Latina entre os finalistas do Prix de Lausanne 2026, um dos concursos mais importantes do mundo para jovens bailarinos.
Com apenas 15 anos, Pietra é apontada por professores e críticos como uma das promessas do balé brasileiro. Desde 2021, quando ingressou na EEDMO, impressiona pela dedicação, disciplina e talento técnico, virtudes que a levaram a atuar em papéis de destaque na Cia BEMO, companhia profissionalizante da escola.
De solista a protagonista
Na Cia BEMO, Pietra brilhou em solos exigentes, como Princesa Florine em *A Bela Adormecida*, Pas de Trois de Paquita e *Afrescos*, do balé *O Cavalinho Corcunda*. Sua performance chamou a atenção do diretor da escola, Hélio Bejani, também diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que a convidou para protagonizar Clara, em *O Quebra-Nozes*, na temporada de 2025.
“Pietra se destaca pela disciplina e comprometimento, qualidades indispensáveis para o sucesso nessa carreira exigente”, afirma Hélio Bejani.
Reconhecimento internacional
Além da indicação entre os finalistas do Prix de Lausanne, Pietra recebeu o prêmio de melhor bailarina pelo voto popular, reforçando o impacto de sua apresentação na competição, que reúne os maiores especialistas em dança do mundo.
“Pietra é prova de que um trabalho sério e contínuo gera resultados extraordinários”, destaca o vice-diretor da EEDMO, Paulo Melgaço.
Hoje matriculada no 2º ano técnico da Escola Maria Olenewa, Pietra Rêgo se consolida como um dos maiores talentos de sua geração e exemplo de dedicação e excelência na dança clássica brasileira.



