Alex Ferraz

Eventos, passarelas e influência: Como a presença física ainda importa na era digital

Entre bastidores e desfiles, o setor reafirma o valor do encontro real

A moda mudou com as redes sociais, mas não abandonou o presencial. O público acompanha tendências pelo celular, enquanto o setor decide muitas coisas longe das telas.

Eventos continuam sendo portas de entrada para oportunidades profissionais. Eles conectam influenciadores, estilistas, fotógrafos e marcas no mesmo ambiente criativo.

Além disso, o contato direto reduz ruídos de comunicação. Um diálogo olho no olho cria confiança imediata. Muitas parcerias começam em conversas curtas, e não em mensagens privadas.

Passarelas e lançamentos funcionam como rituais de pertencimento ao universo fashion. Quem frequenta esses espaços aprende códigos, comportamentos e linguagem do mercado. Quem ignora esse circuito perde espaço.

Do feed para o tapete

Pablo Furlan se movimenta nesse ecossistema com estratégia clara. Ele mantém produção digital ativa e participa regularmente de eventos do setor.

Essa combinação fortalece sua imagem e amplia suas conexões profissionais. Marcas passam a reconhecê-lo não apenas como influenciador, mas como profissional presente no cenário da moda.

No entanto, aparecer não basta. O mercado observa como a pessoa se comporta. Postura, respeito às equipes e preparo técnico contam muito mais do que estética.

No centro dessa discussão surge a questão-chave. Eventos, passarelas e influência: como a presença física ainda importa na era digital explica por que o presencial segue relevante.

Bastidores que contam histórias

Eventos geram conteúdo natural para redes sociais. Bastidores mostram humanidade, espontaneidade e emoção real. O público percebe autenticidade e se conecta mais facilmente.

Esses registros fortalecem o relacionamento entre influenciador e audiência. Seguidores sentem que fazem parte do momento, mesmo à distância.

Além disso, a experiência ao vivo enriquece o discurso do criador de conteúdo. Quem vive o desfile compreende melhor a proposta estética e comunica com mais propriedade depois.

O que as marcas querem ver

Produtores avaliam disciplina, comunicação e capacidade de trabalho em equipe. Marcas observam alinhamento de imagem e postura profissional.

Eventos funcionam como avaliação prática desses critérios. Ali, não há edição nem roteiro controlado. A pessoa se revela pelo comportamento.

Conversas presenciais também abrem portas comerciais. Muitas negociações surgem em encontros informais, mas estratégicos.

A vantagem de circular

Quem participa de eventos amplia networking qualificado. Fotógrafos, stylists e empresários passam a reconhecer rosto e nome. Essa memória cria oportunidades reais.

A era digital abriu caminhos inéditos para novos talentos. Contudo, é o presencial que decide quem permanece no jogo por mais tempo.

Sair da versão mobile