Evento em Las Vegas mostrou Kodak, Napster e outras marcas reposicionadas com IA, e Robert Janssen defende maior presença do Brasil no CES.
O CES 2026 reuniu, em Las Vegas, tendências que devem moldar o setor de tecnologia. Entre os temas, o evento destacou inteligência artificial, mobilidade, cidades inteligentes e saúde digital. Além disso, a edição reforçou o CES como espaço de reposicionamento de marcas históricas.
Segundo o relato, o evento combinou tecnologia, memória afetiva e propósito. Dessa maneira, marcas conhecidas voltaram a aparecer com novas propostas e foco em IA. O movimento foi apresentado como uma forma de transformar legado em diferencial competitivo.
Marcas que voltaram ao palco
Entre os destaques, a Kodak retornou com soluções de IA aplicadas à imagem. A marca também apresentou sistemas híbridos que unem o analógico ao digital. Assim, a empresa busca conectar tradição e novas demandas de consumo.
A Napster foi citada como uma plataforma que renasce com proposta Web3 + IA para artistas. O objetivo descrito é descentralizar distribuição e direitos. Enquanto isso, a Siemens destacou iniciativas ligadas a cidades inteligentes, com IA industrial e infraestrutura conectada.
O texto também menciona BlackBerry, Polaroid, Atari e Motorola como marcas que reforçaram o valor do legado. Por outro lado, a proposta apresentada não trata o passado como nostalgia. A ideia é reposicionar nomes tradicionais com linguagem atual.
Pinball e a metáfora do clássico
O retorno de máquinas de pinball também apareceu como símbolo do evento. Segundo o relato, elas foram redesenhadas com sensores, integração digital e toques de IA. Dessa forma, o CES foi descrito como um lugar onde o clássico ganha futuro.
“Até as máquinas de pinball retornaram, redesenhadas com sensores, integração digital e toques de IA. Uma metáfora perfeita: no CES, até o clássico ganha futuro”, conta Robert Janssen, Presidente da Federação Assespro-RJ e CEO da OBr.global, que participou do evento.
Brasil e presença no CES
Robert Janssen defendeu uma participação mais forte do Brasil nas próximas edições. Ele afirmou que é no CES que tendências globais nascem e parcerias estratégicas se formam. Além disso, destacou que políticas públicas podem ser inspiradas no evento.
“Por que isso importa para nós? Porque o Brasil precisa — e merece — marcar presença cada vez mais forte nas próximas edições do CES. É lá que tendências globais nascem, onde parcerias estratégicas se criam, onde políticas públicas são inspiradas e onde países constroem reputação tecnológica. E estar presente significa influenciar, aprender e posicionar nossas empresas e nosso ecossistema na mesma velocidade do mundo.”
Visões e aprendizados do evento
Segundo Janssen, a jornada no CES 2026 trouxe novas visões aos participantes. Entre os pontos, ele citou a tecnologia que está formando novos robôs e impactos para a indústria. Em seguida, destacou a presença estratégica da WITSA no debate internacional de inovação e IA.
O executivo também mencionou insights sobre a estratégia do governo americano e uma nova plataforma nacional de inovação. Ele afirmou que o tema pode ter impactos diretos para o Brasil. Por fim, Janssen disse que o evento terminou, mas o debate sobre o futuro continua.
“O CES26 terminou, mas a conversa sobre o futuro está só começando”, conclui Robert.
