O Sandi Hotel completa 60 anos de trajetória em Paraty, marcada por quatro gerações, restauração no Centro Histórico e expansão em experiências e gastronomia.
Em 2026, Paraty marca 60 anos de uma história familiar ligada ao Sandi Hotel. Dessa forma, quatro gerações celebram uma trajetória construída como vínculo com a cidade.
A história começou em 1966, quando a família Foz conheceu Paraty por influência de Jamil, pai de Amir Klink. No mesmo ano, Joviro Foz adquiriu o Sítio Bom Jardim.
Da base no Bom Jardim ao Centro Histórico
Na década seguinte, a relação com o território se aprofundou e culminou, em 1980, no casamento de Sandra e Alexandre Adamiu. Assim, a união consolidou duas linhagens conectadas a Paraty.
Em 1983, foi construída a casa de barcos no Bom Jardim, que depois se tornaria o Loft Bom Jardim. Em seguida, no ano seguinte, Sandra e Alex adquiriram um sobrado e edificações vizinhas no Centro Histórico.
A compra iniciou o projeto que daria origem à Pousada do Sandi. Dessa maneira, o empreendimento avançou com um restauro que levou seis anos.
Abertura, reconhecimento e impacto local
Após o restauro, o casarão colonial abriu as portas em 1991. Em seguida, o negócio se tornou referência na cidade.
Em 1992, a pousada ingressou nos Roteiros de Charme. Além disso, em 1993, integrou a imagem de Paraty em filmes da Paris Filmes, segundo o comunicado.
A partir desse período, a presença da família passou a impulsionar turismo e cultura na Costa Verde. Assim, o projeto também se conectou a iniciativas sociais e à economia criativa.
Expansões e novos projetos
Em 2010, a antiga casa de hóspedes do Bom Jardim foi renovada e virou o Loft Bom Jardim. No entanto, a expansão no Centro Histórico ganhou força em 2018, com a compra de propriedades vizinhas e a inauguração da Miracolo Gelateria.
Em 2019, a integração da propriedade Itucupe ampliou o perímetro natural do Bom Jardim. Em seguida, em 2020, a pousada iniciou um novo ciclo de reformulação e nasceu a Néctar, operadora de experiências conectadas ao território.
Em 2021, surgiu a Villa das Bromélias, ampliando o Sandi Hotel com proposta contemporânea. Após a pandemia, a propriedade foi reposicionada como produto de super luxo, segundo o texto.
A Villa ganhou piscina de borda infinita integrada ao jardim e quiosque gourmet. Dessa forma, o espaço passou a receber encontros especiais, como aniversários, celebrações intimistas, casamentos ao ar livre e experiências personalizadas.
Gastronomia e ecossistema “Quadrado Mágico”
Em 2022, o Pupus foi inaugurado com cozinha autoral e foco em ingredientes da Mata Atlântica. Em seguida, em 2023, nasceu o Fugu, descrito como o primeiro izakaya do Centro Histórico.
O período também consolidou o conceito Quadrado Mágico, ecossistema que integra arte, gastronomia, bem-estar e experiências culturais. Além disso, em 2024, o Quadrado Mágico incorporou o Shambhala Spa, o Flydog e a Galeria Ao Quadrado.
Investimentos e legado em Paraty
A família afirma somar mais de 50 milhões de reais investidos em turismo e preservação de patrimônios. Assim, cita também formação de equipes locais, apoio a projetos socioculturais e fortalecimento de um modelo de hospitalidade.
Paraty é reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial na categoria de sítio misto. No entanto, o texto destaca que biodiversidade, cultura caiçara e Centro Histórico preservado mantêm a cidade como destino de referência no estado.
Em 2026, ao celebrar 60 anos do Bom Jardim, a família diz renovar o compromisso com Paraty. Por fim, reforça o princípio de que o turismo se sustenta em vínculos humanos.
