WKoerich aponta que o lar vira ecossistema de regeneração em 2026, com design sensorial, biofilia 2.0 e luxo ligado a bem-estar.
O design de interiores entra em 2026 em uma inflexão estrutural. Depois de anos de foco na estética, o consumo passa a priorizar experiências emocionais, sensoriais e regenerativas.
Relatórios da WGSN e do The Future Laboratory indicam uma mudança no segmento premium global. Segundo os estudos, mais de 70% dos consumidores colocam o bem-estar emocional como critério até 2027. Dessa forma, o lar deixa de ser cenário e vira um ecossistema de restauração.
WKoerich reposiciona projetos
Nesse contexto, a WKoerich reposiciona seus projetos na Grande Florianópolis. A empresa afirma que transforma empreendimentos em plataformas de bem-estar no cotidiano.
A companhia também diz que criou núcleos internos de pesquisa de comportamento e design. Assim, busca traduzir sinais emergentes em soluções arquitetônicas aplicáveis.
Otimismo Realista e wellness real estate
A macroestética citada para 2026 é o Otimismo Realista. Em um cenário de instabilidade climática, excesso digital e ansiedade urbana, consumidores buscam ambientes que acolhem e regeneram.
Essa mudança também aparece no mercado imobiliário. Segundo a McKinsey, o segmento global de wellness real estate deve superar US$ 1,1 trilhão até 2028. Portanto, arquitetura, saúde e experiência sensorial ganham integração.
Lar Lúdico, cor e formas orgânicas
Dentro do movimento, cresce o conceito de Lar Lúdico. Ele propõe espaços que ativam sentidos e reduzem estresse com cores imersivas, texturas táteis e geometrias fluidas.
A WGSN e a Coloro elegeram para 2026 o Transformative Teal, azul-esverdeado profundo. Dessa maneira, a cor vira símbolo de equilíbrio entre tecnologia e natureza.
Linhas retas e minimalistas perdem espaço para formas orgânicas e curvas contínuas. Ao mesmo tempo, surge um maximalismo curado, com design autoral, artesanato local e peças afetivas.
Materialidade e biofilia 2.0
A materialidade acompanha a mesma lógica de reconexão. O Design Biofílico 2.0 amplia a presença da natureza na própria estrutura arquitetônica, e não apenas em vasos.
Entram em cena pedras naturais com veios marcantes, madeiras foscas e superfícies minerais. Além disso, aparecem tecidos orgânicos e materiais de baixa emissão. Assim, a sustentabilidade passa a ser percebida pelo toque e pela respiração do espaço.
Santa Catarina no radar do alto padrão
O avanço dessas tendências ocorre em um mercado em expansão. Segundo a Brain Inteligência Estratégica, o alto padrão residencial no Brasil cresceu mais de 20% ao ano no pós-pandemia.
Santa Catarina aparece entre os estados com maior valorização imobiliária. Além disso, Florianópolis figura entre os destinos mais desejados para moradia e second home de alto padrão, segundo levantamento da Knight Frank.
Nesse cenário, a WKoerich destaca sua atuação. A empresa informa ter 40 empreendimentos entregues e valorização média histórica acima de 60% após a entrega, nos últimos cinco anos.
Decorados como laboratório vivo
Os apartamentos decorados e mobiliados da série WKollection são uma assinatura da marca. Segundo a empresa, eles funcionam como laboratórios de comportamento e antecipam desejos de morar.
As unidades também refletem mudanças de estilo de vida. Em seguida, registram a integração de espaços sociais e a criação de refúgios íntimos, com áreas de home wellness.
“Os decorados não são cenários idealizados. São experiências reais de morar. Eles traduzem como o comportamento humano evolui do convívio à introspecção, do social ao sensorial. É nesse ambiente que a WKoerich testa soluções antes que se tornem padrão de mercado.”
Luxo ligado a significado
A empresa afirma que reputação e propósito pesam tanto quanto metragem e localização. Dessa forma, reforça o conceito de luxo contemporâneo, mais ligado a significado e bem-estar duradouro.
“Em 2026, morar bem não será apenas morar bonito. Será morar em espaços que cuidam do corpo, da mente e do tempo.”
A frase é de Ana Carolina Ogata, arquiteta da WKoerich. Por fim, ela aponta que a busca do consumidor migra do excesso para escolhas consistentes.
