Alex Ferraz

Pesca: IP celebra datas e valoriza comunidades artesanais

Instituto de Pesca reforça compromisso com o setor em datas que celebram a atividade pesqueira e a luta pela pesca artesanal. O Dia Mundial da Pesca (21 de novembro) e o Dia Nacional da Luta pela Pesca Artesanal (22 de novembro) destacam a relevância da atividade. Essas celebrações reforçam a importância social, econômica, ambiental e cultural do setor. Para o Instituto de Pesca (IP-Apta), ligado à Secretaria de Agricultura de São Paulo, as datas são uma oportunidade. Dessa forma, a instituição reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a valorização das comunidades que dependem da pesca.

Reconhecimento da Pesca Artesanal

A pesca vai além de uma prática econômica. Ela representa fonte de alimento, identidade cultural e sustento para milhares de famílias. Portanto, a sociedade precisa olhar com atenção para a realidade dos pescadores. É fundamental garantir que a atividade continue responsável. Por outro lado, políticas públicas eficazes e condições de trabalho dignas devem fortalecer o setor.
“A pesca artesanal é a chave que pode alavancar a conexão da sociedade com o ambiente.”
Segundo Cristiane Neiva, coordenadora do IP, projetos conectam a instituição ao setor produtivo. Assim, o IP acredita que a governança oceânica e da pesca são cruciais. Além disso, elas promovem a justiça azul, que é ambiental e social.

Iniciativas do Instituto de Pesca

O Instituto de Pesca atua por meio de diversos projetos, como o Valoriza Pesca. O IP também mantém o Programa de Monitoramento Pesqueiro. Dessa forma, sua principal atribuição é produzir conhecimento científico e oferecer suporte técnico à cadeia pesqueira. O Projeto Valoriza Pesca exemplifica a aproximação do IP com as comunidades. Uma frente central é o reconhecimento da necessidade de decisões participativas sobre o território. Em seguida, o projeto buscou uma gestão mais justa e equitativa. O trabalho valorizou o conhecimento tradicional de pescadores. Além disso, fortaleceu o protagonismo deles nos processos decisórios. Isso incluiu a criação de espaços permanentes de diálogo. Como parte desse esforço, a instituição lançou o e-book Entre marés: retratos da pesca artesanal na Baixada Santista. A publicação reúne dados socioeconômicos inéditos da pesca na região. Por fim, ela conta com a colaboração do pescador Eduardo Hipólito Filho, que compartilha seu saber.

Monitoramento e Sustentabilidade

Outro destaque é o Programa de Monitoramento Pesqueiro. O sistema coleta e analisa dados da pesca em todo o litoral paulista. O trabalho acompanha as descargas pesqueiras e padroniza informações. Em seguida, o programa gera subsídios essenciais para políticas públicas e gestão dos recursos. Assim, o monitoramento contínuo permite entender a dinâmica da atividade e apoiar decisões estratégicas para o setor. O Instituto também desenvolve o Projeto Petrechos de Pesca. A iniciativa identifica, remove e caracteriza artes de pesca inservíveis encontradas no mar. Por outro lado, o projeto recebe doações de comunidades pesqueiras. O objetivo é promover a economia circular marinha. Dessa maneira, a ação reduz impactos ambientais, transformando resíduos em novas possibilidades de uso.

Serviço

O Instituto de Pesca é uma instituição de pesquisa científica e tecnológica. É vinculado à Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta). Faz parte da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Pesca: IP celebra datas e valoriza comunidades artesanais
Foto: Divulgação
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