Aprender novas habilidades e manter o cérebro ativo fortalece vínculos sociais e melhora a qualidade de vida na maturidade.
Aprendizado e envelhecimento saudável
Manter a mente ativa ao longo da vida é uma estratégia eficaz para promover um envelhecimento saudável e pleno. A chamada educação ao longo da vida, que engloba cursos formais e informais, hobbies e novas formações, estimula o cérebro e contribui para o bem-estar emocional e social, especialmente entre pessoas com 60 anos ou mais.
Pesquisas apontam uma forte ligação entre o engajamento intelectual e o bem-estar mental na maturidade. Um estudo da Universidade da Califórnia (UC Riverside) mostrou que adultos mais velhos que aprenderam novas habilidades durante a pandemia apresentaram melhores níveis de saúde mental e maior resiliência. Já um levantamento da Universidade Lusófona, em Portugal, indicou que atividades educacionais formais e não formais estão associadas a maior integração social e saúde mental aprimorada.
No Brasil, o Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) revelou que níveis mais altos de escolaridade estão relacionados a melhores resultados em memória e fluência verbal em adultos com mais de 50 anos, reforçando o valor do aprendizado contínuo.
“Aprender algo novo ativa diferentes áreas cerebrais, melhora a memória e ajuda na tomada de decisões. Além disso, estudar e participar de grupos promove um sentimento de pertencimento, essencial para o bem-estar emocional na maturidade.”
A afirmação é do psicólogo Francisco Carlos Gomes, cofundador do canal Longidade, que pesquisa a relação entre envelhecimento e desenvolvimento cognitivo.
Tecnologia como aliada da longevidade
O avanço das tecnologias digitais tem ampliado o acesso ao aprendizado e ao convívio social. Plataformas online, aplicativos e oficinas virtuais permitem que pessoas mais velhas aprendam e se conectem de forma dinâmica e inclusiva. Segundo o especialista em neurocomunicação Jotta Junior, também cofundador do canal Longidade, a tecnologia fortalece a autoestima e a autonomia dos idosos.
“A tecnologia é uma grande aliada na construção da longevidade ativa. Quando o idoso domina o digital, ele amplia seu repertório e fortalece sua autonomia.”
Os especialistas destacam que o aprendizado contínuo deve ser visto como investimento em qualidade de vida. A busca por novas habilidades, o prazer da descoberta e o contato social mantêm o cérebro em movimento e o coração mais motivado.
“A curiosidade é o que nos mantém vivos em qualquer idade.”
Sobre o canal Longidade
O canal Longidade reúne profissionais de diversas áreas dedicados à promoção da longevidade ativa e saudável, com conteúdos voltados a saúde, bem-estar, educação e convivência.
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Equipe multidisciplinar do Longidade
Polianna Souza — Médica geriatra pela UNIFESP, com formações em Cuidados Paliativos e Oncogeriatria pela SIOG.
Andrea Pereira — Médica nutróloga do Hospital Israelita Albert Einstein, cofundadora da ONG Obesidade Brasil e do canal Longidade.
Morgani Rodrigues — Hematologista e especialista em Envelhecimento e Neurociência pelo Hospital Israelita Albert Einstein e USP.
Jotta Junior — Especialista em Neurocomunicação, empresário e professor universitário na área de marketing.
Sérgio R. Costa — Ortopedista com formação pela UNIFESP e membro de sociedades médicas nacionais e internacionais.
Daniélle Mauricio Cabral Amaro — Médica oncologista com especialização em Oncogeriatria e Cuidados Paliativos.
Francisco Carlos Gomes — Psicólogo e mestre em Psicologia Social pela PUC-SP, coordenador de pesquisas sobre envelhecimento e sentido de vida.
