Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    terça-feira, 10 de março 2026
    Alex Ferraz
    Facebook X (Twitter) Instagram LinkedIn Threads
    • Beleza
    • Carnaval
    • Cultura
    • Colunas
      • Resenha de Negócios
      • Danilo Rasquinho
    • Gastronomia
    • Moda
    • Social
    • Turismo
    • + MAIS
      • Economia
      • Esportes
      • Famosos
      • Internacional
      • Música
      • Negócios
      • Política
      • Saúde
      • Tecnologia
      • TV
      • Mídia Kit
      • Sobre o Alex Ferraz
      • Sobre o Portal Alex Ferraz
    Alex Ferraz
    Home»Notícias»Música»Rinas Francisco expõe sua visão inquieta e crua no projeto multimídia “O Sonho Acabou”

    Rinas Francisco expõe sua visão inquieta e crua no projeto multimídia “O Sonho Acabou”

    01/09/2025Updated:01/10/2025Nenhum comentário Música
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Threads
    Seguir
    Facebook X (Twitter) Instagram Threads
    • Desde 2018 nos palcos, Rinas Francisco constrói uma trajetória que flerta com a ironia, o sarcasmo e uma leitura crítica da realidade, transitando entre amor, saudade, existencialismo, esoterismo e humor ácido
    • “O Sonho Acabou” representa um mergulho profundo na visão artística de Rinas, marcada pela inquietude e pelo desafio às formas tradicionais

    Ouça agora o álbum

    O cantor e compositor Rinas Francisco lança nesta sexta-feira (05 de setembro) em todos os apps de música, pela Marã Música, o álbum “O Sonho Acabou”. O trabalho é parte de um projeto multimídia escrito, dirigido, protagonizado e sonorizado pelo artista, que também dá nome ao filme homônimo. Com lançamento previsto ainda para este ano, o projeto tem apoio da Prefeitura de Poá e da Lei Paulo Gustavo, e representa um mergulho profundo na visão artística de Rinas, marcada pela inquietude e pelo desafio às formas tradicionais.

    “O álbum nasce como extensão do filme. A mesma atmosfera de desencanto, humor e poesia que move a narrativa do longa-metragem também atravessa as músicas. É como se cada faixa fosse um fragmento sonoro daquilo que a câmera não captou, a angústia, o riso, a precariedade e os lampejos de beleza que aparecem no meio do caos”, conta o músico. A sonoridade do disco reforça essa intenção e aparece como um contraste constante. “É uma mistura de urbano e interior, cru e sensível. Não busquei um som polido, busquei um som vivo. Tem ruído, silêncio, ironia, mas também delicadeza. É um pouco como caminhar por uma rua barulhenta de cidade pequena: você ouve buzinas, mas também passarinhos. É essa colisão de mundos que dá o tom das faixas.”

    O artista explica que a trilha foi concebida quase como um personagem dentro da narrativa audiovisual. “Eu não queria só ‘música de fundo’, queria que ela respirasse junto com a história. Muitas vezes comecei pelo silêncio, pelo incômodo do vazio, e fui preenchendo com sons que vinham da própria realidade, das memórias e das tensões do cotidiano. Foi um processo intuitivo, mas carregado de crítica: transformar a mediocridade em estética.” Em suas palavras, trata-se de um trabalho sem rodeios, que reflete urgência e autenticidade. “Apesar dos temas densos e assuntos indelicados que trouxe nas canções, escrevo, canto, faço arte, porque me sinto vivo! Sou eu nas canções, nas letras, nas cenas. Já não tenho mais tempo para os poetas de poesia calculada e suas fórmulas de herói. Agora, busco as sensações reais. Este é um álbum vivo: está nas ruas, nas calçadas, nos buracos e nas gramas. Sou eu, é você, somos nós.”

    A expectativa para o lançamento é guiada menos pelo glamour e mais pela necessidade de expressão. “É colocar no mundo algo que não se encontra e ao mesmo tempo está em todos os lugares. Não estou seguindo fórmulas, roteiros e muito menos ouvindo os coachings da Música Popular Brasileira, estou fazendo aquilo que me faz sentido. E se uma pessoa ouvir e se reconhecer nesse retrato, a arte já se fez arte!”, ressalta.

    Além do filme e do disco, o projeto ganha mais um braço com o clipe da faixa “Desespero”, que abre o álbum e será lançado no dia 12 de setembro. Gravado na Praça dos Eventos, em Poá, o registro traz Rinas emergindo de um caixão, em uma cena carregada de simbolismo. “Gosto muito da ideia dos simbolismos e o medo humano que os sustentam. A minha maior dificuldade foi conseguir o caixão, nenhuma funerária me levava a sério. Diziam que nunca fizeram um serviço de aluguel de caixão, mas eu queria gravar com o objeto. Então percorri por outras cidades, até conseguir em Suzano”, lembra. Durante a filmagem, a chegada do carro funerário assustou os presentes, que não sabiam da cena, mas a surpresa se transformou em impacto estético. “Fizemos o clipe e o resultado está lindo!”, celebra.

    Desde 2018 nos palcos, Rinas Francisco constrói uma trajetória que flerta com a ironia, o sarcasmo e uma leitura crítica da realidade, transitando entre amor, saudade, existencialismo, esoterismo e humor ácido. Para ele, sua música é, ao mesmo tempo, a nova e a velha MPB, dançando na corda bamba sem sombrinha, no limiar entre o popular e o experimental. Com “O Sonho Acabou”, entrega ao público um trabalho que é álbum, trilha, filme, clipe e manifesto: um retrato cru, poético e urgente de um Brasil que existe no meio do caos.

    CONFIRA A TRACKLIST DE “O SONHO ACABOU”:

    Desespero 

    Beijo No Rosto

    Uma Coisa Só

    Eu Também Sei Rebolar

    A Cura

    Cuidado

    Para Que Serve o Amor

    Com Razão

    Anúncio do Álbum 

    Sem Rolê

    Positivo e Operante

    Sobre Rinas Francisco:

    No palco desde 2018, o cantor discorre agora sob um cenário mais popular – eis então um angu com vitrola, espelhos, flores, doce de abóbora e inteligência artificial. A nova velha e tal qual Música Popular Brasileira que dança na corda bamba e sem sombrinha. O emblemático músico independente que depende de espaços e ouvidos abertos. O sarcasmo demodê – o clichê do clichê do clichê do clichê…   

    As canções abordam temas como amor, saudade, existencialismo, esoterismo e ironia. 

    Sobre Marã Música:

    Empresa especializada em Marketing e Relações Públicas, dentro do mercado da música, fundada em janeiro de 2018 na cidade de Jundiaí, no estado de São Paulo. Idealizada e gerenciada por Henrique Roncoletta, vocalista e compositor da banda NDK, a Marã Música atua na conexão de artistas com marcas e empresas, além de atuar também na gestão de imagem, carreiras, projetos, produções artísticas e eventos culturais.

    Redes Sociais Rinas Francisco

    Instagram 

    Spotify

    YouTube

    Redes Sociais Marã Música

    Site Oficial

    Facebook

    Instagram 

    YouTube

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Veja também...

    Zaz apresenta álbum “Sains et saufs” em turnê brasileira

    02/03/2026

    Chitãozinho & Xororó lançam “Seu Amor É Minha Estrada”

    26/02/2026

    Bebe Rexha anuncia álbum “Dirty Blonde” com novos singles

    25/02/2026

    Comments are closed.

    Últimas Notícias

    Live solidária reúne pagode e mobiliza doações para vítimas das enchentes em Rio das Ostras

    09/03/2026

    Leo Russo lança roda mensal “Samba do Leo Russo” no Méier

    09/03/2026

    A baiana DJ Cady é DJ residente da SP House no SXSW 2026 e divide programação com nomes de destaque da música brasileira

    09/03/2026

    Debate reúne especialistas para discutir enfrentamento à violência contra a mulher em Salvador

    07/03/2026

    Galeão avança como hub internacional e amplia rotas para o exterior

    06/03/2026

    “Nem sempre vale a pena trazer o amor de volta”, diz Giovani do Caveira

    05/03/2026
    Alex Ferraz
    Facebook X (Twitter) Instagram LinkedIn Threads
    © 2026 Alex Ferraz.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Bloqueador de anúncios ativado!
    Bloqueador de anúncios ativado!
    Nosso site é possível através da exibição de anúncios on-line aos nossos visitantes. Por favor, ajude-nos desativando seu bloqueador de anúncios.