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    Home»Notícias»Saúde»Sem gestão, não há cuidado: como a organização das clínicas pode impactar diretamente o sucesso de terapias

    Sem gestão, não há cuidado: como a organização das clínicas pode impactar diretamente o sucesso de terapias

    12/08/2025Updated:01/10/2025Nenhum comentário Saúde
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    Estudos mostram que a forma como um serviço de saúde é gerido pode ser tão importante quanto a técnica utilizada no tratamento. Entenda por que a gestão é parte essencial da intervenção terapêutica

    Quando pensamos em saúde, o foco costuma estar na técnica: qual é o melhor tratamento, qual profissional tem mais experiência, qual abordagem é mais eficaz. Mas um fator essencial costuma passar despercebido — e pode ser o responsável direto por bons (ou maus) resultados: a gestão da clínica.

    “Uma clínica pode ter os melhores profissionais e protocolos impecáveis. Mas, se ela não for bem organizada, o paciente pode não voltar após a primeira consulta. E aí, o tratamento simplesmente não acontece”, afirma a terapeuta ocupacional Gabriela Vizioli, especialista em reabilitação e professora de pós-graduação em Prática Baseada em Evidências e Gestão.

    Gabriela defende que a gestão de serviços de saúde é, por si só, parte da intervenção terapêutica. “Organizar o atendimento, melhorar a experiência do paciente, alinhar a equipe e padronizar processos são formas de garantir que o cuidado aconteça de forma contínua e com qualidade”, explica.

    O que dizem os estudos

    A ideia não é nova, mas só recentemente começou a ganhar força entre profissionais de saúde. O modelo de qualidade em saúde proposto por Avedis Donabedian, um dos mais respeitados estudiosos do tema, mostra que os resultados de um tratamento estão diretamente ligados à estrutura e aos processos da clínica. Ou seja, não basta o profissional ser bom: o ambiente precisa permitir que ele atue da melhor forma.

    Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que serviços bem organizados aumentam a adesão dos pacientes ao tratamento e reduzem os índices de abandono.

    Casos que mostram o impacto da gestão

    Gabriela conta que já viu, na prática, como a gestão pode transformar o dia a dia de uma clínica — e os resultados dos pacientes. Em uma clínica pediátrica onde havia alta taxa de evasão após a triagem, por exemplo, bastou a implantação de um protocolo estruturado de acolhimento e comunicação para que o número de pacientes em continuidade de tratamento subisse 37%.

    Outro exemplo veio de uma clínica particular que enfrentava longas filas de espera para agendamento. Com a reorganização da agenda e adoção de critérios de prioridade baseados no plano terapêutico, o tempo de espera diminuiu significativamente e a taxa de adesão aumentou, permitindo que os pacientes mais necessitados fossem atendidos mais rapidamente.

    “São mudanças de bastidor que fazem toda a diferença na vida do paciente”, afirma Gabriela.

    Mais do que números: vínculo, continuidade e cuidado

    Além dos dados e dos protocolos, a gestão também interfere na relação entre profissional e paciente. Equipes sobrecarregadas, falta de comunicação entre especialidades e agendas desorganizadas podem comprometer o vínculo e prejudicar o andamento do plano terapêutico.

    “Cuidar de alguém exige presença, escuta, tempo de qualidade. E tudo isso só é possível quando existe uma estrutura que sustenta esse cuidado”, diz Gabriela.

    E o que os profissionais podem fazer?

    Para Gabriela, o primeiro passo é olhar para a gestão como parte do fazer terapêutico — e não como uma burocracia ou algo “de fora”. A adoção de ferramentas simples, como reuniões clínicas periódicas, padronização de agendamentos e melhoria do ambiente físico já pode trazer grandes resultados.

    “Gestão não é só coisa de administrador. É um cuidado com o próprio cuidado. E isso precisa estar na pauta de quem trabalha com saúde”, conclui.

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