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    Home»Notícias»Negócios»Crise logística atinge empresas brasileiras com nova política de exportação da China

    Crise logística atinge empresas brasileiras com nova política de exportação da China

    27/05/2025Updated:01/10/2025Nenhum comentário Negócios
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    Fácil Negócio Importação tem carga retida e alerta para riscos de desabastecimento global diante da exigência de licenças e maior fiscalização em portos chineses

    A Fácil Negócio Importação, líder nacional na distribuição de ímãs de neodímio e soluções magnéticas, informa que uma de suas cargas encontra-se retida desde 9 de maio de 2025 em um porto da China, devido às novas exigências regulatórias do governo chinês para exportação de metais e produtos magnéticos. A medida ocorre no momento em que o país asiático amplia restrições comerciais, como resposta à escalada tarifária dos Estados Unidos, intensificando a já tensa guerra comercial entre as potências.

    Novas exigências paralisam exportações e afetam cadeia global

    Desde abril, a China passou a exigir licenças especiais para exportação de metais de terras raras e ímãs críticos, afetando diretamente setores como tecnologia, automotivo, aeroespacial e defesa. O país é responsável por mais de 90% da produção mundial de ímãs de terras raras e 85% das exportações globais de ímãs de neodímio, o que torna qualquer medida restritiva um ponto de ruptura na cadeia global.

    Segundo o Financial Times e a Reuters, as licenças podem levar até 45 dias para liberação, enquanto dados da Adamas Intelligence indicam que a demanda global por ímãs de neodímio deve crescer 14% ao ano até 2030, pressionando ainda mais a cadeia de suprimentos diante de gargalos como o atual.

    Caso brasileiro evidencia imprevisibilidade nas regras

    A carga da Fácil Negócio Importação, composta por dobradiças, mãos francesas e acessórios metálicos — produtos que não fazem parte da lista de materiais estratégicos — também foi impactada pelas novas exigências. “Mesmo fora da classificação de risco, fomos surpreendidos com a necessidade de autorizações específicas e processos de liberação ainda indefinidos. A carga segue retida por exigências alfandegárias que visam garantir que não haja presença de metais sob controle”, afirma Rodolfo Granada Midea, CEO da empresa.

    Além disso, segundo relatos do setor, a aplicação das regras varia entre os portos chineses, com alguns exigindo testes laboratoriais para qualquer produto metálico, o que aumenta a insegurança jurídica e logística nas operações internacionais.

    Brasil pode virar protagonista no setor de terras raras

    O episódio reforça a urgência de se desenvolver uma cadeia interna de produção de metais críticos no Brasil. Estima-se que o país detenha cerca de 20% das reservas mundiais de terras raras, mas ainda carece de uma indústria estruturada para refino e beneficiamento.

    “A crise atual mostra que é hora de o Brasil assumir um papel mais estratégico. Precisamos transformar nosso potencial mineral em soberania logística”, avalia Midea. Ele reforça que a Fácil Negócio Importação segue comprometida com o abastecimento nacional e com o apoio a seus clientes neste cenário de instabilidade.

    Alerta para as empresas brasileiras

    A empresa segue acompanhando os desdobramentos da política chinesa e recomenda que indústrias brasileiras de base tecnológica, metalmecânica e elétrica comecem a reavaliar seus planos logísticos e estoques preventivos para evitar desabastecimento.

    “Estamos vivenciando, na prática, os efeitos colaterais da centralização produtiva global. Nosso papel é antecipar soluções e garantir que o Brasil continue competitivo, mesmo em tempos de turbulência geopolítica”, finaliza Midea.

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